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23 de abril de 2018 Agência ABEEólica

Lucro da ENGIE Brasil Energia cresce 8,6% no primeiro trimestre de 2018

O volume de energia comercializada foi um dos destaques do trimestre, com incremento de mais de 300 MW médios para o período de 2020 a 2022

 

Nos primeiros três meses de 2018, a ENGIE Brasil Energia registrou um lucro líquido acumulado de R$ 489,3 milhões, 8,6% acima do alcançado no mesmo período do ano passado. O Ebitda (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 1.046,6 milhões, aumento de 18,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2017. A margem Ebitda foi de 56% no 1T18, crescimento de 0,9 ponto percentual em relação ao 1T17. Também houve crescimento na receita operacional líquida, que totalizou R$ 1.868,9 milhões, um incremento de 16,4%. Um dos destaques foi a quantidade de energia vendida neste trimestre, mais de 300 MWm para o triênio de 2020 a 2022. “Alongamos o perfil de contratação do portfólio de energia livre da Companhia e reduzimos o risco de preços para os próximos anos, em linha com nossa estratégia de comercialização”, afirma o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.

Para Sattamini, os números refletem a disciplina no cumprimento da estratégia de buscar a máxima criação de valor através da eficiente operação dos ativos de geração e da gestão de seu portfólio de clientes e energia.  “Estamos cada vez mais atentos na gestão daquilo que nos agrega valor, ou seja, a operação de nossas plantas, a gestão do nosso portfólio e a nossas atividades comerciais”, comenta.

Neste primeiro trimestre, as usinas hidrelétricas Jaguara e Miranda, em Minas Gerais, cujas concessões foram adquiridas via leilão em 2017, passaram a adicionar receitas integrais à Companhia. Houve avanços em diversos projetos, como na construção do Complexo Eólico Umburanas, na Bahia, onde foram abertos os acessos às centrais eólicas e concretadas 13 das 144 fundações para os aerogeradores. As obras do Complexo Eólico Campo Largo (BA) também seguiram o cronograma, com a conclusão de 97% das escavações para implantação das estruturas de rede e 19% da montagem das torres dos aerogeradores. “Temos pautado nossa atuação na abordagem conservadora e retorno adequado dos projetos para um crescimento sustentável da Companhia em renováveis”, diz Sattamini.

No 1T18, a Companhia vendeu volume aproximado de 300 MW (megawatts) médios para entrega anual entre 2020 e 2022, um número expressivo para os resultados futuros. Outro destaque no período foi o desempenho da ENGIE Geração Solar Distribuída, que instalou 260 sistemas fotovoltaicos em unidades residenciais, comerciais e industriais. Somados, os 1.788 sistemas já instalados têm capacidade para gerar 9.744 kW (kilowatts).

Sobre as perspectivas das empresas de energia para 2018, Sattamini mantém a esperança de que as mudanças no marco regulatório ocorram ainda no primeiro semestre. “O setor não conseguirá conviver muito mais tempo com um nível de inadimplência superior a 90%, como visto nas recentes liquidações na CCEE (Câmara de Compensação de Energia Elétrica)”, avalia o executivo, e completa, “o Governo tem que resolver o problema imediatamente, pois corremos o risco de paralisar o mercado de energia com grandes prejuízos para as empresas e o País”.

 


 

Sobre a ENGIE

A ENGIE está comprometida com um crescimento sustentável a fim de enfrentar os grandes desafios da transição energética na direção de um mundo mais descarbonizado, descentralizado e digitalizado. O Grupo tem por objetivo tornar-se o líder desse novo mundo da energia ao focar em três atividades-chave para o futuro: baixa produção de carbono, especialmente a partir do gás natural e energias renováveis, infraestruturas energéticas e soluções eficientes adaptadas para as necessidades de todos os seus clientes (pessoas, empresas e regiões). A satisfação dos clientes, a inovação e as soluções digitais são os princípios orientadores do desenvolvimento da ENGIE.

 

Presente em cerca de 70 países, a ENGIE conta com 150.000 colaboradores em todo o mundo e obteve receitas de € 65 bilhões em 2017. Cotado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), o Grupo está representado nos principais índices financeiros (CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) e não financeiros (DJSI World, DJSI Europe e Euronext Vigeo Eiris – World120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, CAC 40 Governance).

 

 

Sobre a ENGIE Brasil 

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 9.178,8 MW em 31 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País. O Grupo possui 90%de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no Nordeste e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira, da qual a ENGIE detém participação de 40%.

 

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 2.100 colaboradores, a ENGIE teve no Brasil em 2017 um faturamento de R$ 7 bilhões.

 

About ENGIE

ENGIE is committed to sustainable growth in order to take on the major challenges of the energy revolution towards a more decarbonized, decentralized and digitized world. The Group aims at becoming the leader of this new energy world by focusing on three key activities for the future: low carbon generation in particular from natural gas and renewable energies, energy infrastructures and efficient solutions adapted to all its clients’ needs (individuals, businesses and regions). Innovation, digital solutions and customer satisfaction are the guiding principles of ENGIE’s development.

 

ENGIE is active in around 70 countries, employs 150,000 people worldwide and achieved revenues of €65 billion in 2016. The Group is listed on the Paris and Brussels stock exchanges (ENGI) and is represented in the main financial indices (CAC 40, BEL 20, DJ Euro Stoxx 50, Euronext 100, FTSE Eurotop 100, MSCI Europe) and non-financial indices (DJSI World, DJSI Europe and Euronext Vigeo Eiris – World120, Eurozone 120, Europe 120, France 20, and CAC 40 Governance).

 

 

About ENGIE in Brazil

ENGIE is the largest private power producer in the country, operating an installed capacity of 9,178.8 MW in 31 power plants throughout Brazil and accounting for about 6% of the country’s capacity. The Group has 90% of its installed capacity in the country coming from clean, renewable sources and with low emissions of greenhouse gases, a status that has been reinforced by the construction of new wind farms in the Northeast and by one of the largest hydropower plants in Brazil, Jirau (3,750 MW). Located on the Madeira River, ENGIE holds a 40% stake in the operation.

 

The Group is also present in the solar distributed generation market and offers services related to power, engineering and integration of systems, working on the development of telecommunication and security systems, public lighting and urban mobility for smart cities, infrastructures and the oil & gas industry. With 2,100 employees, in 2017, ENGIE reported a turnover of R$ 7 billion in Brazil.

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